quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Quando lavar cueca é uma honra...

O viado E O SEU MACHO

O Homem morava com O Viado há um ano. Não admitia que os outros o chamassem também de viado, pois era Homem, Macho, Dominador, Ativo. E de fato o era.
E o que explicava então a convivência, debaixo de um mesmo teto, com um homem afeminado, delicado? A resposta era simples: porque tinha casa, dinheiro, comida e cueca lavada.
Era um vagabundo nato, não gostava de fazer nada, apenas de fuder o cu do viado. Tinha o corpo e rosto bonito, era sensual, safado, voz grosssa, ombros largos e pernas torneadas. Deixava O Viado “molhadinho” quando mostrava a pica grande, de 20 centímetros, grossa.
Assumia, na relação, o papel somente de Ativo, e exigia que o parceiro fosse somente passivo, ou seja, “uma mulher frágil”, obediente, bem viado.
Era machista, gostava de ter sempre razão. Quando notava que o parceiro estava querendo falar alto, ele chegava perto, encarava o afeminado, e dizia: “Cala a boca, vagabunda!”. O Viado calava e abaixava a cabeça, com medo de que seu Homem tomasse alguma medida severa, como era de costume.
No fundo, O Viado gostava desse tratamento. Dizia aos seus amigos mais íntimos que o amava, que gostava de ser tratado como vadia, como uma vagabunda. E assim vivia ao lado de seu Homem: lavando as cuecas dele, as calças, as meias, fazendo comida, passando as roupas. Já estava acostumado com aquela vida, com os nomes que recebia, como puta, vadia, cadela, vagabunda, piranha, viado...
O Viado não podia sair para a rua sem o consentimento de seu Homem. Quando queria sair, avisava-o: “Meu Homem, posso sair?”. “Vai aonde?” – perguntava o parceiro. Era sempre assim.
Eis que certa vez, O Viado levou a pior surra de sua vida. Saiu do trabalho, aceitando ao convite dos colegas do serviço para comemorar o aniversário de um outro colega. Esse divertimento só foi acabar por volta das 22 horas. Quando chegou em casa, o Homem estava o esperando no sofá, apenas de cueca. Não conversou, levantou-se furioso, agarrou o viado pelos cabelos e desferiu dois tapas na cara, levando ao chão. Depois perguntou: “Estava onde, vagabunda?” Não esperou respostas. Agarrou-o pelos cabelos levando ao quarto. O viado chorava. Não reagia, pois a sua força não chegava nem a um terço em comparação a de seu Homem. Chegando ao quarto, tirou a roupa do viado, deixando-o nu. Colocou-o de bruços na cama com a bunda empinada. Pegou o cinto e começou a surrá-lo. A cada cintada, dizia: “Toma, vagabunda!”. Dizia furioso: “Quero que diga quem é o seu macho. Quem é?” O viado respondia em voz submissa: “É o Senhor!”. “Isso” – respondia o Homem, orgulhoso.
O Homem deixou a bunda do viado ardendo, pegando fogo, a bunda em brasa. A punição não acabou por aí. Após a surrra, pegou o viado novamente pelos cabelos e levou até o tanque, dizendo: “Está vendo onde é o seu lugar?” “Está vendo qual é o seu serviço?”.
Dentro do tanque havia algumas cuecas sujas, duas calças, três bermudas e algumas meias. “Agora lava, viado, já!” – ordenou o Marido.
Totalmente submisso, humilhado, indefeso, ainda chorando, o viado começou a lavar as roupas do seu Homem. Começou a lavar primeiro as cuecas. Lavou-as com afinco de “mulher dedicada”. Lavou uma a uma. Sentia-se humilhada àquela hora lavando cueca suja. Após lavar todas as roupas, pediu permissão para comer alguma coisa e ir dormir. E assim se fez. Foram dormir.
Na cama de casal, cada um de um lado, pensava em suas ações. O Homem pensava com orgulho no dever cumprido de ter aplicado uma surra numa vagabunda que não pede permissão ao seu dono para chegar tarde em casa. O viado, ainda com a bunda quente, refletia no castigo sofrido, na humilhação imposta. Não conseguiu se conter e começou a chorar baixinho, de raiva. Mas tinha aprendido que não devia ter raiva de seu Homem. Aprendeu que devia sempre se portar como uma verdadeira cadela (que mesmo apanhando de seu Dono, não guarda rancor). Aprendeu que a raiva deve ser convertida em mais submissão, e que o seu Homem sempre está certo. Em seguida, virou-se para o lado ao encontro do seu algoz, e repousou a cabeça no peito dele em sinal de submissão. Ele correspondeu, alisando o cabelo do viadinho.
Enfim, sábado. O viado acordou com a bunda marcada da surra do dia anterior. Preparou o café. Fez as tarefas da casa e depois foi ler um pouco. Às dez horas, o Homem acordou. Tomou o café preparado pelo seu viado, e ficou sentado no sofá olhando para ele. Depois de um longo silêncio, ele falou: “Largue esse livro e venha até aqui!”. O viado obedeceu rapidamente. “Sente aqui no meu colo” – ordenou o Homem . O viado sentou no colo do Homem tentando achar a melhor posição. Ficou de ladinho sentindo as pernas fortes e rijas do seu Marido. E aí, começou o sermão: “Escute, ontem, você apanhou porque mereceu. Você sabe muito bem que não gosto que chegue tarde sem me avisar. Você devia pelo menos ter ligado. Outra coisa: não quero que deixe acumular minhas cuecas no cesto de roupa suja. Quando eu sujar uma, quero logo ela lavada, entendeu? Eu sei que você é vagabunda, mas não é vagabunda de rua. Se tornar a chegar tarde outra vez, sem me avisar, vou fazer de você uma vagabunda de rua, entendeu? Vai dar o cuzinho por um real, está me ouvindo?”. O viado balançou a cabeça de forma afirmativa. Depois levou dois tapinhas na bunda para sair do colo. O Homem, ao ver a bunda do viado ainda marcada pela surra de ontem, deu um leve sorriso de satisfação ao ver o seu poder expresso na bundinha de um viado.
O Flamengo jogava naquela tarde de sábado. A ansiedade do Homem era tanta que não parava de pensar no seu Mengão. Tarde. 15 horas. O jogo começou. E isso irritava o viado. A TV na maior altura do mundo. Berros e mais berros. “Filho da puta, chuta pro gol!” – dizia o Homem, possuído pelo jogo. A toda hora pedia que o viado levasse cerveja. E assim era feito.
Enfim, eis que o Flamengo vence o jogo por 3 a 1. Satisfeito com o resultado, queria comer o seu viado. Naquela tarde, a bunda do viado pediu arrego. Foi comido de quatro, de ladinho, de frago assado, na parede e vaso do banheiro.
Após as enrabadas, o viado foi lavar as cuecas de seu Homem. Primeiro cheirou-as, depois lavou-as com prazer, com mãos delicadas, sentido o liso pano do tecido, e cheio de orgulho por estar lavando as cuecas de seu Grande Homem.

10 comentários:

Paulo disse...

Nossa, tava procurando algo na net e sem querer cheguei no seu blog. Ameiiii sua escrita, amei a história da postagem, perfeito! Posso reproduzir no meu blog, creditando sua autoria? Ri muito e fiquei com certo tesão.

Beijos!

Paulo disse...

Estou esperando sua resposta!

Paulo disse...

Olha, não resisti a tentação e coloquei o conto lá no blog. Se você não quiser, me fala que eu tiro. Vou colocar, claro, os créditos do seu blog. Espero que minha ousadia não te desagrade. Abração!

Pau Pelado disse...

Vendo minhas cuecas sujas para quem quiser

frazaoolavo@gmail.com

Deixo do jeito que quiser, gozo e mijo

Paulo Rio disse...

Vendo cueca usada por dias sem tirar, deixo com aquele cheirão de macho:
gozada, suor, piroka, saco, virilha, pingos de mijo e de cú suado.
Fotos e vídeos durante todos os dias de uso.
Envio pelo correio em embalagem discreta.Pagamento via PAGSEGURO.
Para mais detalhes visite o site****www.cuecagozada25.wix.com/malesmell****

Anônimo disse...

Paulo Ricardo vi seu perfil quero que VC me domine quero comer sua merda e que VC pise de havaianas na minha cara e pule em cima de mim e depois mije na minha cara

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!

Anônimo disse...

Q história massa. Conseguir um cara desse q é difícil.

Jorge Gois disse...

Sou de Maringá - Parana , 48 anos, fissurado por cheiro de cueca. Quem quiser trocar umas idéias sobre o assunto me escreva no Skype: discreto_mga45@hotmail.com

Anônimo disse...

Gostei do FISSURADO pq também sou... Ainda mais aqui no rio no verão, três dias com a mesma cueca é delicia... Ruirei07@oi.com.br